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A IMPORTÂNCIA DA IMPERMEABILIZAÇÃO NA SUPERFÍCIE DA PEDRA

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Já falamos da importância da restauração e manutenção de uma pedra natural. Outro
aspecto não menos importante é a proteção/ impermeabilização da superfície dessa pedra.

O processo de impermeabilização é muito simples e garante uma maior proteção contra
vários fatores internos e externos, como: sujeira, água, óleo, gordura, raios UV do Sol,
produtos de manutenção inadequados, líquidos diversos como suco, vinho, refrigerante,
café, perfume, entre outros.

Existem no mercado vários tipos de impermeabilizante com base acrílica, silicone, solvente,
água e também com agentes de proteção diferentes.

Para escolher o impermeabilizante correto devemos considerar alguns fatores:

Tipo de pedra: polida ou não polida – Existem produtos que agem de forma mais eficaz em
pedra polida (menos porosa), enquanto outros apresentam um melhor desempenho em
pedra não polida (mais porosa), permeando de forma que preencha toda sua superfície mais
rugosa.

Coloração da pedra: clara ou escura – Alguns produtos podem destacar a coloração da
pedra, causando um efeito de escurecimento, não indicado para pedra clara especialmente
bege e branca.

Local onde essa pedra está instalada: área interna, externa, cozinha, box, lavabo, deck de
piscina, pia, tampos de mesa … Os impermeabilizantes, de acordo com sua base, apresentam
fatores de proteção diferentes. Em uma cozinha, por exemplo, será necessário um produto
que apresente proteção contra óleo e gordura, enquanto uma área externa como pedra de
piscina além da proteção contra água é muito importante que também seja eficaz contra os
raios UV do Sol.

Importante ressaltar que uma pedra impermeabilizada está protegida por um período maior
e que as agressões ficarão por mais tempo na superfície da pedra, porém não dispensa a
manutenção correta, a restauração periódica do material e nova impermeabilização, de
tempos em tempos.

Produtos que formam película ou quando aplicados promovem efeito de brilho “molhado”
não são indicados para proteção, normalmente abafam os poros, com a ação do tempo
apresentam manchas escuras e descascam causando danos difíceis de serem reparados.

Outro ponto que podemos destacar é a impermeabilização no assentamento da pedra.
Consulte um colocador e peça indicação de um produto específico para esse trabalho. Deste
modo, evita-se o aparecimento de manchas de “dentro para fora” que surgem com aspectos
de umidade e ferrugem e são bem difíceis de solucionar, interferindo na beleza natural da
pedra.

Novembro 2017

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO DA PEDRA

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PROGRAMA DE MANUTENÇÃO DA PEDRA: AÇÃO PROATIVA X AÇÃO REATIVA: MÁRMORE

Executar um serviço de qualidade e custo baixo é fundamental para que os restauradores conquistem mais serviços e mantenham seus clientes satisfeitos. Para isso oferecer um cronograma de manutenção a seu cliente fará toda diferença.

Os pisos em pedras naturais são bastante resistentes e com uma extensa vida útil, porém necessitam de boa manutenção e, ao longo dos anos, uma restauração que devolva o brilho natural.

O mármore em especial é mais suscetível à perda de brilho, pois é uma pedra que vulgarmente conhecemos como “macia”, e requer atenção redobrada na manutenção diária e periódica para que seja possível prolongar a vida útil de seu brilho natural.

Assim elaboramos um cronograma sugestivo da correta manutenção da sua pedra, que apresentamos abaixo.

 

 

Manutenção Home Care Pedras Polidas

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Quando instalamos ou restauramos uma pedra natural polida, podemos considerar que não executamos uma obra e sim um investimento, uma pedra natural é um material nobre e enriquece nosso patrimônio. A manutenção correta é muito importante e é o que determina a vida útil e brilho duradouro dessa pedra.

Utilizar sempre produtos específicos para manutenção de pedras naturais polidas, normalmente esses produtos já possuem em sua formulação componentes que não agridem a composição da pedra.

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Pós de Diamante Micronizados

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São pós de diamante fabricados a partir de duas matrizes de diamantes distintas: uma feita a partir do pó de diamante YK-1 e outra a partir do pó de diamante RVD. Eles são triturados e classificados em granolometrias que vão do grão 60-80 (mais grosso) até o 0-1/4 (mais fino).

Os pós micronizados fabricados a partir do YK-1 são codificados na Diambra como DYK-J e são ideais para aplicações onde requerem alta estabilidade térmica, alta resistência, precisão no desbate e polimento e dureza.

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Falando de Restauração

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Periodicamente as pedras naturais polidas precisam sem restauradas. Determinar a frequência desse procedimento é difícil, envolvem alguns fatores como: local onde essa pedra está instalada, tipos de produtos utilizados na manutenção diária e  periódica e trafego do local. 

CONHECENDO O PROCESSO DE RESTAURAÇÃO

O processo de restauração de um piso com pedras naturais polidas requer experiência e habilidade.  Considere sempre fazer esse trabalho com um profissional especializado.

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Diamante Micronizado para Metalografia

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Metalografia é um processo usado para fazer análise da estrutura e constituição de  um metal e suas ligas, a fim de relacionar suas propriedades físicas, químicas e mecânicas.

O exame metalográfico é feito em 4 etapas: A amostra do metal deve ser cortada, lixada, polida e atacada com reagente químico para que se revele as diferentes interfaces dos constituintes que compõe o metal.

 

  1. Embutimento:O propósito do embutimento é de proteger os materiais frágeis ou revestidos durante a preparação, além de facilitar o manuseio da amostra. Também é utilizado para produzir amostras de tamanho uniforme. Duas técnicas diferentes estão disponíveis: o embutimento a quente e o embutimento a frio.
  2. Lixamento:São utilizadas lixas do tipo Lixa d´água, fixadas em discos rotativos.
    Normalmente inicia-se o lixamento com a lixa de granulometria 220 mesh, seguida pelas lixas 320, 400 e 600. Em alguns casos usa-se lixas mais finas que a lixa 600, chegando-se a 1000 ou 1200. O processo de lixamento é feito sob refrigeração com água.
  3. Polimento:A etapa do polimento é executada em geral com panos especiais, colados a pratos giratórios, sobre os quais são depositadas pequenas quantidades de abrasivos. Estes abrasivos variam em função do tipo de metal que está sendo preparado. Os mais comuns são, o óxido de alumínio (alumina) e a pasta de diamante.

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